O BANANINHA

Nunca pensei que um dia eu pudesse agradecer, pelos “grandes serviços prestados”, esses dois notáveis caricaturados acima. Um pouco mais à frente tento explicar o porquê desse meu estranho contentamento com tais ‘roedores’.
Um deles, o deputado bozó, também conhecido como ‘Bananinha’ pelos que lhe são íntimos, fugiu para os ‘estados unidos’ (aqui sempre com minúsculas) a fim de preparar um golpe. Mas o golpe parece que não vai acontecer – não por falta de esforço (justiça lhe seja feita, ele é muito esforçado), mas por incompetência mesmo. Sim, o ofício da maldade exige, além de empenho, bastante inteligência, e essa parece ser escassa naquela cabeçorra.
Primeiramente, eu agradeceria ao ‘Donald’ pelos “bons serviços”, que, taxando de forma vil os produtos brasileiros, acaba dando uma preciosa contribuição ao meio ambiente. Isso porque, se a carne bovina perder mercado, a pecuária refluirá, reduzindo o desmatamento da Amazônia. Com menos gado, há menos soja e mais árvores – assim espero. Só que não há garantia disso, porque o ‘ogro laranja’ pode recuar e abraçar novamente os ‘parças’ boiadeiros.
Agora falo do Bozó Bananinha, que foi para os ‘estados unidos’ fazer futrica contra o Brasil. Veja se pode uma coisa dessas?... Pois esse “patriota” está conspirando contra os brasileiros e ainda tem apoio de brazucas! Eu não diria que o Dudu Bananinha é um ‘boçal’, porque esse termo é ofensivo ao povo escravizado. Melhor seria qualificá-lo de ‘imbecil’ mesmo, porque isso todo mundo entende e ninguém se ofende, nem o próprio. E vou tentar explicar esse porquê em apenas um parágrafo.
Pois não é que o Dudu Bananinha conseguiu a façanha de cindir o seu próprio grupo político?... Tentando promover um colapso nas instituições brasileiras a fim de livrar o genitor da cadeia, a besta praticamente quebrou o agronegócio, onde estão seus principais financiadores de campanha. Como se não bastasse o tarifaço de Trump, o “esperto” ainda disse numa de suas laives o seguinte: “Se Deus quiser, em breve, um porta-aviões chegará ao Brasil e ficará ancorado no lago Paranoá, em Brasília!”. Opa! Um parágrafo é pouco e vou gastar outro com o ‘bananinha’.
Vamos pensar num porta-aviões americano aqui, no Brasil. Esse trambolho de guerra serve para que mesmo? Para lançar mísseis e fazer decolar aviões de guerra. Mísseis e caças servem pra atacar quem? Por óbvio, instalações militares do inimigo que, nesse caso, os quartéis brasileiros seriam bombardeados. Bom, então o ‘bananinha’ está articulando para que os americanos invadam o Brasil e ataquem as forças armadas brasileiras?! Que coisa, hein?! Quem diria isso de um deputado federal brasileiro, “cristão”, “temente a Deus” e muito patriota! Ainda não acabou, e preciso de outro parágrafo para encerrar o assunto ‘bananinha’.
O Dudu Bananinha quer que o porta-aviões seja ancorado no lago Paranoá, em Brasília! Mas como isso seria possível? Uma embarcação dessas tem aproximadamente ‘cem mil toneladas’ e só navega em grandes mares. É impossível levar um porta-aviões até Brasília, até porque o percurso em terra chega a quase ‘mil quilômetros’!
Só mesmo o “genial bozó bananinha” pra dizer e querer fazer tanta bestagem.
FILIPE
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