O ADEUS DE PITUKA
Foi um momento muito difícil para nós, menos para a Pituka, porque ela não tinha ideia do que estava acontecendo. Passava das três da tarde quando entrei na clínica com essa cadelinha nos braços. Ali fui atendido pela secretária, que me conduziu a uma salinha onde havia apenas lavatório e uma mesa metálica. Depois aquela funcionária trouxe uma flanela, que foi posta na mesa, onde deitei a 'amiguinha'. A veterinária estava atendendo alguém noutra sala, mas minutos depois ela veio. Muito simpática, foi logo conversando com a sua ‘paciente, apalpando aqui e ali, enquanto me fazia perguntas e apresentava ponderações. A solução não poderia ser outra, porque a Pituka estava em sofrimento. Há uma semana ela parou de andar, não conseguindo sequer parar em pé, mas se alimentava. Ontem ela comeu menos do que o de costume e mal conseguia erguer a cabeça. Hoje ela não conseguiu se alimentar, tremia muito e parecia ter dor. Antes de sair de casa, quando fui pegar a Pituka para levar a...