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Mostrando postagens de outubro, 2025

MEMORIAL DE VIAGEM – SEGUNDA PARTE

4) ‘Apeei do ônibus’, como diria papai, às sete e quinze da manhã, perdendo o outro que saíra às sete e me levaria a Guiricema. A próxima condução seria somente às dez e meia, de forma que eu teria que pegar táxi ou esperar um tempão. Decidi esperar e aproveitei para visitar uma amiga que mora naquela cidade e se encontra adoentada.  Procurei um táxi, mostrei o endereço e o trajeto, que obtive por um aplicativo a fim de não ser enganado, mas o taxista me pareceu honesto, dizendo que “a rua ficava logo ali, mas o problema é a numeração”. E me provou, apontando o número 53, por exemplo, ao lado do 123; depois do 123 já vinha o 65, seguido pelo 215 etc. Uma loucura! Enfim, achamos a casa da amiga. Paguei, desci e comecei a chamar. Gritei, bati palmas... nada! Pensei: errei o endereço, mas fazer o quê... Perguntei a uma jovem que saía da casa vizinha, mas ela não conhece a minha amiga, nem sequer sabe o nome. Em seguida, veio um senhor, talvez o pai da jovem: “Conheço, sim. Ela deve estar...

MDEMORIAL DE VIAGEM - PRIMEIRA PARTE

Esse relato foi enviado a alguns contatos no ‘zap’. Para não cansá-los, o texto foi dividido em alguns capítulos e enviado em dias bastante espaçados. Contudo, optei por fazer pequenas modificações a fim de torná-lo mais adequado ao público deste blog que, embora não seja grande, é desconhecido e de tamanho indefinido.   1) Numa segunda-feira à tardinha, chego à rodoviária do Tietê, em São Paulo, e vou ao toalete. A torneira fecha automaticamente antes mesmo que eu termine de lavar as mãos. Insisto, apertando novamente um treco e a torneira teima em fechar novamente me impedindo de lavar sequer as pontas dos dedos. Desisto. Saio do sanitário e termino o asseio com álcool, que sempre tenho na mochila. Em seguida, vou a um quiosque e compro um suco de abacaxi com gelo e sem açúcar. Procuro um banco mais isolado e pego meu lanche: um pão com carne e queijo, que fiz em casa antes de sair. Sempre faço assim, porque nos quiosques da rodoviária qualquer “pão com nada” custa a metade de um ...